17 de agosto de 2015

Sobre manifestações...

   Ah segunda-feira, linda e maravilhosa, com aquele início eterno de trabalho e estudos. Segunda, dia de que? De ir ao cinema com a família, porque é mais barato, né? Também!
   Essa segunda-feira, em especial, trouxe algo que as outras não tiveram: a chance de comentar sobre as manifestações. Irei comentar? Talvez, mas ao meu modo.
   Hoje, durante a primeira aula de Fotografia do meu curso, o professor pediu (ou mandou, dependendo do ponto de vista) para que nós postássemos em nossos blogs sobre as tais manifestações, porque isso é a história acontecendo, e tudo o mais. E de fato, a história está acontecendo, mas pra mim é só uma versão pobre do que aconteceu em 2013. 
   O Brasil inteiro estava junto dos, aproximadamente 36 mil, brasilienses que se encontravam em cima do Congresso Nacional. E não eram apenas os brasileiros que achavam que a mudança viria, que com isso a presidenta não iria mais voltar ao posto. O mundo inteiro viu milhares de pessoas lutarem pelos seus direitos. 
   Não foi só o acréscimo de vinte centavos na passagem de onibus que fez o Congresso parar em todos os principais jornais do mundo...
   A manifestação do dia 20 de junho de 2013, na minha opinião, teve um carater muito mais relevante, virando até Trending Topics no twitter, e é difícil uma tag brasileira entrar nos tópicos mundiais mais comentados.
   Reconheço que ontem (16), foi mais um marco para a história, e em parte me sinto privilegiada por ver as pessoas do meu país fazendo isso, mas outra parte não entende o sentido disso? É pra melhorar saúde? Educação? Para tirar a Dilma? Para falar que foi na manifestação do dia tal?
   Nossos ideiais são completamente perdidos a cada quatro anos, quando pessoas votam crentes em promessas falsas.
   Se eu fosse pensar numa causa para manifestar, meu cartaz diria "DIMINUIÇÃO DO PREÇO DOS LIVROS", porque livros são uma coisa tão magnífica na minha humilde opinião, sendo literatura infanto-juvenil ou biografia. É conhecimento, vocabulário, nos faz usar a criatividade, mas o preço é, às vezes, tão injusto, e agora com a crise...
   Talvez se os preços para se ter conhecimento não fossem tão altos, as novas gerações não errariam tanto daqui a três anos.

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